O blog que dá seu SANGUE CABANO pela nossa história, cotidiano e faz o pau torar em quem merece! (xD)
abril 14, 2013
janeiro 30, 2013
Por Favor, Quem Puder Ajudar
Minha mãe tem problemas com duas hérnias de disco, por isso, imagino o tamanho das dores, mas não sei , de fato a realidade. Deve ser muito difícil. Encontrei este pedido no Facebook, investiguei um pouco e parece sim ser verdade. Por favor, se alguém puder ajudar, ajude. Se for alguém querendo tapear quem tem bom coração, Deus saberá.
dezembro 16, 2012
outubro 31, 2012
Pessoa Desaparecida
Infelizmente ainda vemos isso na capital. Um colega chegou a ver um sequestro num bairro relativamente nobre. Gosto de dar dicas, mas isto é muito mais do que uma dica: PAIS E MÃES, NÃO DEIXEM SUAS FILHAS ANDAREM PELA RUA DESACOMPANHADAS. PRINCIPALMENTE SE FOREM CRIANÇAS E ADOLESCENTES. VOU INCLUIR ATÉ A CATEGORIA 'JOVEM' AQUI.
Não deixem mesmo. Os sequestros são rápidos: o carro fica na beira da calçada, alguém sai dele e puxa a menina para dentro, às vezes são mais de um que as empurram. Daí é só acelerar e ninguém mais sabe de nada da mocinha. Normalmente os sequestros são para abuso sexual e/ou magia negra.
Moças, se vocês estiverem realmente precisando andar sozinhas, não andem na beira da calçada e, de vez em quando, olhem bem em volta. Desviem de tudo o que parecer suspeito. Infelizmente precisamos andar alertas. Recomendo que andem com SPRAY DE PIMENTA na bolsa, mas sempre à mão. Aos que têm fé, peçam proteção a Deus por si e pelas suas filhas. Às moças de Cristo: ESTA É NOSSA ARMA: virem pro sujeito e clamem em fé: "afaste-se de mim, EM NOME DE JESUS!!!".
NÃO ESTOU BRINCANDO. Uma garota fugiu dos sequestradores assim, pois o próprio sequestrador, já convertido, contou. Ele sequestrava mocinhas para a magia negra. A mocinha clamou o nome de Cristo e os demônios e ele ficaram paralisados. Ela correu com tudo o que podia e eles só voltaram a se mexer depois que ela já havia sumido de vista. Também não é a primeira vez que me contam sobre clamar o nome de Cristo para afastar demônios e situações ruins. Na Bíblia diz para pedirmos em nome de Cristo e Ele, de acordo com Sua vontade, o fará. ("e tudo quanto pedirdes em Meu nome, Eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se Me pedirdes alguma coisa em Meu nome, Eu a farei." - João 14:13-14)
Rezem e orem pela família de Jesiane da Cruz Araújo, que deve passar por momentos difíceis. Por favor, não quero tirar as esperanças de ninguém. Apenas não quero que outras moças desapareçam.
Não deixem mesmo. Os sequestros são rápidos: o carro fica na beira da calçada, alguém sai dele e puxa a menina para dentro, às vezes são mais de um que as empurram. Daí é só acelerar e ninguém mais sabe de nada da mocinha. Normalmente os sequestros são para abuso sexual e/ou magia negra.
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| Gás / Spray de pimenta é bastante usado para autodefesa, afastar e desfazer confusões. Deve ser direcionado aos olhos. |
NÃO ESTOU BRINCANDO. Uma garota fugiu dos sequestradores assim, pois o próprio sequestrador, já convertido, contou. Ele sequestrava mocinhas para a magia negra. A mocinha clamou o nome de Cristo e os demônios e ele ficaram paralisados. Ela correu com tudo o que podia e eles só voltaram a se mexer depois que ela já havia sumido de vista. Também não é a primeira vez que me contam sobre clamar o nome de Cristo para afastar demônios e situações ruins. Na Bíblia diz para pedirmos em nome de Cristo e Ele, de acordo com Sua vontade, o fará. ("e tudo quanto pedirdes em Meu nome, Eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se Me pedirdes alguma coisa em Meu nome, Eu a farei." - João 14:13-14)
Rezem e orem pela família de Jesiane da Cruz Araújo, que deve passar por momentos difíceis. Por favor, não quero tirar as esperanças de ninguém. Apenas não quero que outras moças desapareçam.
outubro 03, 2012
junho 30, 2012
Sugestões de Operadoras, Internet, Conectividade Para a Região Norte
Fiquei sem escrever nada por um bom tempo outra vez. Realmente muitas coisas aconteceram. Enfim...
Nestas últimas semanas, trocamos de operadora de internet. A gente usava um mini modem da TIM. Aqui no Marco funciona regularzinho, mas tem dia que não quer nada com nada! Ou então o sinal fica muito fraco e cai com muita frequência: é uma dor de cabeça. Pior que curubuçu! (RIARIARIARIA)Ah! E, quem nunca veio ao Pará, por favor, não acredite nessa novela tosca da rede Globo (Amor, Eterno Amor). Quem foi que disse que aqui o pessoal usa rádio porque não tem celular? Querida autora, o PARÁ foi o PRIMEIRO ESTADO DO BRASIL a ter ENERGIA ELÉTRICA, viram, seus atrasados!?
Voltando ao assunto: no geral, a TIM é não é boa no Brasil. Ela barateou, todo mundo veio, ela lucrou, mas não preparou a cobertura para receber todo mundo.
Para quem fica na capital talvez não seja tão ruim, mas para quem mora e viaja muito para o interior, eu recomendaria a Vivo ou a Oi. A Claro, ao que me lembro, não funcionava bem em Abaetetuba.
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| Vivo |
Da Vivo, nós mesmos temos o roteador ZTE e é muito bom; inclusive, levamos e testamos em Abaetetuba. Pelo menos lá pegou di cum força, mas ainda estamos vendo.
Para quem usa tablet, notebook, netbook, consoles (video game), etc, é melhor ter um roteador: nada de cabos! Eles utilizam um chip de celular e criam uma rede Wi-Fi com senha ou não e todo mundo da casa pode se conectar ao mesmo tempo.
Para quem gosta de andar na rua conectado, pode usar um mini modem, mas pode sair mais caro do que ter apenas um roteador, pois ele só funciona para 1 aparelho e com a desvantagem de só poder conectar pela entrada USB, a não ser que o próprio aparelho tenha função de rotear, como alguns celulares fazem.
Uma curiosidade: nos Estados Unidos, as pessoas deixam suas redes Wi-Fi "abertas" para qualquer pessoa na rua usar. É um senso comum. Incluindo em sites: eles fazem doações aos sites e organizações que usufruem. Aqui, o meu Nintendo Wii encontrou umas 15 redes próximas... todas "fechadas" (risos). E isso está longe de se tornar realidade no Brasil.
Rede Wi-Fi não é coisa nova no Pará. Há anos e anos já usávamos em casa e já existiam um bom número de redes por perto. Só agora é que a onda ganhou força - e até nome: Wi-Fi - impulsionada pela demanda dos NBs e tablets.
Então é isso. Dêem um cuche na TIM! (rios de risos)
Bom toró pra ti!
junho 04, 2012
maio 05, 2012
abril 04, 2012
Escândalo e Nepotismo
“Salinas – Escândalo”. Salinas é uma revolta só, com a divulgação dos resultados do concurso para provimento de cargos na administração municipal. Veja só os beneficiários. Primeiro lugar no concurso para procurador – Antonio José Vito Couri, que é sobrinho do prefeito Wágner Couri; primeiro lugar para fonodiáulogo – Mariane Vito Couri Oliveira, sobrinha do prefeito; primeiro lugar para médico – Adriana Matos, esposa do secretário de Administração; segundo lugar para médico, Diego Lobão, sobrinho da mulher do prefeito; primeiro lugar para nutricionista, Michelly Silveira, que é ligada ao Prefeito Wágner Couri. E Tem mais”.
Essa foi a segunda empresa que a Prefeitura de Salinópolis contratou somente este ano para organizar o concurso e que gera escândalo e suspeitas. A primeira empresa a tentar organizar o concurso foi a KOTA.Net- educação& projetos que, ainda abriu inscrições no período de 16 de maio a 03 de junho, porém, a Prefeitura, após constatar muitas irregularidades no Edital e pressionada pela Câmara de Vereadores de Salinópolis, achou melhor cancelar o concurso através do Diário Oficial n°. 31919 de 20/05/2011.
Com a saída da Empresa KOTA, a Faculdade Integrada Carajás-FIC- foi contratada pela Prefeitura de Salinópolis para organizar o concurso. A mudança não surtiu efeito e novamente outro escândalo aconteceu, abalando milhares de candidatos às vagas e que vieram de outros Estados, pagando hotéis e transportes. Por coincidência ou não, a lista dos melhores cargos, conforme denunciou o Jornal O Liberal está recheado de pessoas ligadas ao Prefeito Vágner Cury o que já gera uma grande revolta na população.
Esse escândalo deve desembocar na 5ª feira (05 de abril) na Câmara de Vereadores, quando muitos candidatos que foram reprovados ou tiveram a certeza que na sua contagem acertaram um certo número de questões no gabarito, deverão exigir uma explicação dos vereadores, que são os responsáveis pela fiscalização dos atos do Prefeito Vágner Cury.
Alguns candidatos já pensam em acionar advogados para entrarem no Ministério Público de Salinas ou de Belém e denunciarem o escândalo. A solicitação de revisão de provas e gabaritos é um dos argumentos dos candidatos diante dos vereadores e do Ministério Público. Eles querem que a Revisão seja feita com testemunhas e diante dos Vereadores e do Ministério Público.
Essa foi a segunda empresa que a Prefeitura de Salinópolis contratou somente este ano para organizar o concurso e que gera escândalo e suspeitas. A primeira empresa a tentar organizar o concurso foi a KOTA.Net- educação& projetos que, ainda abriu inscrições no período de 16 de maio a 03 de junho, porém, a Prefeitura, após constatar muitas irregularidades no Edital e pressionada pela Câmara de Vereadores de Salinópolis, achou melhor cancelar o concurso através do Diário Oficial n°. 31919 de 20/05/2011.
Com a saída da Empresa KOTA, a Faculdade Integrada Carajás-FIC- foi contratada pela Prefeitura de Salinópolis para organizar o concurso. A mudança não surtiu efeito e novamente outro escândalo aconteceu, abalando milhares de candidatos às vagas e que vieram de outros Estados, pagando hotéis e transportes. Por coincidência ou não, a lista dos melhores cargos, conforme denunciou o Jornal O Liberal está recheado de pessoas ligadas ao Prefeito Vágner Cury o que já gera uma grande revolta na população.
Esse escândalo deve desembocar na 5ª feira (05 de abril) na Câmara de Vereadores, quando muitos candidatos que foram reprovados ou tiveram a certeza que na sua contagem acertaram um certo número de questões no gabarito, deverão exigir uma explicação dos vereadores, que são os responsáveis pela fiscalização dos atos do Prefeito Vágner Cury.
Alguns candidatos já pensam em acionar advogados para entrarem no Ministério Público de Salinas ou de Belém e denunciarem o escândalo. A solicitação de revisão de provas e gabaritos é um dos argumentos dos candidatos diante dos vereadores e do Ministério Público. Eles querem que a Revisão seja feita com testemunhas e diante dos Vereadores e do Ministério Público.
março 27, 2012
Ver-o-peso, 385 anos da maior feira livre da América Latina
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| 1965 - Libero Luxardo |
Uma casa de aferir peso acabou virando símbolo de uma cidade

Em 1614, no Rio de Janeiro, essa modalidade fiscal foi introduzida. Em Belém, não se sabe ao certo quando o fisco começou a funcionar. Porém, em 1625, a Casa do Ver-o-peso já estava em pleno funcionamento, haja vista ter o Senado da Câmara solicitado ao governador Gomes Freire de Andrade a renda daquela espécie de Mesa Fiscal, orçada então em 150 mil-réis, para enfrentar as despesas administrativas da cidade.
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| parahistorico.blogspot.com |
A Casa deve ter sido erguida na foz do igarapé Piri, onde hoje é a Doca do Ver-o-peso. Para se ter uma idéia da topografia da época, recorde-se de que a avenida Castilhos França e a rua 15 de Novembro não existiam: as águas da Baía do Guajará banhavam toda aquela área, posteriormente aterrada. O igarapé do Piri avançava pela cidade e o atual trecho do largo do Palácio, avenida 16 de Novembro e circunvizinhanças não passavam de alagadiços.
Unindo o bairro da Cidade (Cidade Velha) ao da Campina, existia uma estiva sobre o Piri. A rua dos Mercadores, (João Alfredo) começava defronte da embocadura daquele igarapé. E ali as autoridades levantaram a Casa do Ver-o-peso para recolhimento dos impostos de entrada de mercadorias.
Em 1839, após a posse de Bernardo de Sousa Franco na Presidência da Província, tratou ele de dar início ao grandioso trabalho de recuperação econômica do Pará, abalado depois da Guerra dos Cabanos. Entre as várias medidas que tomou, incluiu-se a da extinção da repartição do Ver-o-peso, a 30 de Outubro daquele ano, pois os impostos passariam a ser cobrados na Recebedoria Provincial. No mesmo decreto determinava que a antiga Casa do Ver-o-peso fosse destinada para a Ribeira do Peixe Fresco.
Com o aterramento do Piri e com o avanço da cidade sobre a baía do Guajará, a paisagem do lugar sofreu radical transformação. Uma doca foi construída, para abrigar as pequenas embarcações que vinham do interior trazendo peixes, mariscos e produtos agrícolas. Na rua 15 de Novembro, ergueram o Mercado Municipal. Depois, na ponta do Ver-o-peso, o Mercado de Ferro. Em volta deles se desenvolveu a maior feira livre da cidade, que subsiste até hoje, transformando-se em um dos pontos mais característicos de Belém e um dos maiores pontos de atração turística, apesar da falta de higiene ainda ali imperante.Mercado de Ferro
De acordo com os dados oficiais, o mercado de Ferro tem a forma de um duodecágono (12 lados). Com o sistema de atracação a ferro, seus pilares exteriores medem 7,90m de altura e, os interiores, 9,40m, com um travejamento geral de ferro e aço. A parte central, que forma o mercado propriamente dito, tem uma área de 1.197m². O acesso é através de 4 portas. A cobertura, de telha francesa. Na parte do centro, 18 clarabóias retangulares, de 3m de comprimento. Vidros de cinco milímetros de espessura as revestem e facilitam a entrada da claridade solar.
Nos quatro lados do edifício, erguem-se o mesmo número de torres, cobertas de escamas de zinco vieille-montaine. O travejamento é de ferro e madeira. Na parte externa há 44 compartimentos para fins comerciais, cada um medindo 3 × 5 m.
O peso do edifício e aterro sobre as fundações das linhas externas é de 1.133.389 toneladas; sobre as linhas externas, de 1.980.940 toneladas, totalizando 3.111.329 toneladas. O peso da construção metálica é de 44.000 toneladas, ou seja, 203.728 quilos por metro quadrado.
O Mercado Municipal
Antes da administração de Antônio Lemos, o mercado possuía apenas um pavimento. E foi ele quem, autorizado pela Lei nº 384, de 4 de Março de 1904, em seu artigo 1º, autorizou fazer mudanças naquele lugar, não apenas ampliando-o, mas também imprimindo-se um aspecto mais harmonioso com as exigências da arquitetura moderna e de estética. Em 16 de Maio do mesmo ano, essas obras tiveram início.
Hoje, o mercado é oficialmente chamado de Francisco Bolonha, o engenheiro autor de tantas belas obras em Belém, e que foi concessionário daquele estabelecimento durante 30 anos.
(História Geral de Belém e do Grão-Pará, Carlos Rocque, pág. 209)
Leia Mais: Wikipédia:
O Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada no Boulevard Castilho Franca. Símbolo da cidade, é sua maior atração turística e a maior feira livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato à uma das 7 Maravilhas do Brasil.
Localizado na área da Cidade Velha (Belém) e diretamente às margens da baía do Guajará, foi construído em 1625 no porto do Pirí, assim chamado na época. Enquanto um entreposto fiscal, seu nome faz jus às chamadas Casas do Ver-o-Peso, projetadas no Brasil, em 1614, para conferir o peso exato das mercadorias e cobrar os respectivos impostos para a coroa portuguesa. A partir de então foi popularmente denomindo lugar de Ver-o-Peso, dando origem ao nome do mercado, já que era obrigatório ver o peso das mercadorias que saiam ou chegavam à Amazônia, arrecadando-se os impostos correspondentes. No final do século XIX e XX, o local que temos hoje por Complexo sofreu uma série de modificações tanto funcionais quanto em sua paisagem se adaptando às necessidades e gostos da Belle Époque. Foi nessa época que houve aterramento da Baía do Guajará, amplicação do Mercado de Carne, construção do porto e o Mercado de Ferro.
O mercado faz parte de um complexo arquitetônico e paisagístico que compreende uma área de 35 mil metros quadrados, com uma série de construções históricas, dentre elas o Mercado de Ferro, o Mercado da Carne, a Praça do Relógio, a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo e o Solar da Beira e a Praça do Pescador. O conjunto foi tombado pelo IPHAN, em 1997.
Mais:
http://www.diarioonline.com.br/noticia-193749-ruas-do-complexo-do-ver-o-peso-serao-interditadas.html
http://parahistorico.blogspot.com.br/2009/02/exploradores-e-fundacao-de-belem.html
http://artepapaxibe.wordpress.com/fotos-belem-antiga/
março 24, 2012
DESABAFO DE PARAENSE
Créditos: A Voz de Sílvio Jr.
http://www.facebook.com/OrgulhodeSerParaense
NOVELA DA GLOBO RIDICULARIZA O POVO DO PARÁ.
A autora da novela das seis está desrespeitando o povo paraense, mostrando nossa gente como verdadeiros bichos, como se estivéssemos alheios ao que acontece no mundo, um povo sem cultura, que não sabe como se comportar em lugar nenhum.
Estamos indignados com as cenas que a novela vem mostrando nas últimas semanas: imaginem um jornalista ficando impressionado ao ver um computador. O motorista de taxi perguntando aos personagens se aqui era o final do mundo e a atriz se impressionando com a praia de Copacabana, como se não fosse normal. Observem como foi tratada a cena: com deboches, como se entrar na água com roupa, ou se admirar uma praia bonita fosse coisa de outro mundo.
Diferente do que os sulistas pensam, não temos jacarés nas ruas e nem andamos nus. Queremos informar que nosso estado é rico, possui praias lindas de água doce e salgada com destaque para Alter do Chão -“ O caribe brasileiro”, natureza exuberante, povo acolhedor, uma culinária riquíssima, temos ainda uma grande instituição de pesquisa em saúde pública, com referência nacional e regional para alguns agraves de saúde, o 5º maior laboratório de nível de segurança 3 da América latina, com grandes profissionais com títulos e filhos da terra.
Cara “autora”, estude e pesquise antes de se propor a fazer qualquer coisa, principalmente, quando falar da questão cultural. Temos muito orgulho de nossa terra e de nossa gente, somos papa chibé sim, e queremos ser respeitados. ( Jdhenef Dias )
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Desabafo!!!Minha terra tem mangueiras
Onde a sombra vou buscar.
os frutos que delas brotam
São mais doces que os de cá.
Minha terra tem um povo,
alegre, puro e hospitaleiro,
que emprega o português correto
Em seu falar mais corriqueiro.
Tu viste, tu foste, tu queres.
Não é difícil para nós.
Difícil é falar para aqueles
que não ouvem nossa voz.
Minha terra tem primores,
tem belezas sem igual,
o que mais posso dizer da
minha bela Belém, capital.
Falar o "égua" como espanto,
ou como forma de encanto;
Torno-se algo grosseiro
Nas bocas dos forasteiros.
Como ousam pronunciar assim,
minha marca de nascença,
Sem o menor cuidado tomar,
achando que isso lhes dará audiência.
Então agora peço licença
Para um conselho lhes dar,
Pois que empreguem os verbos certos
Em suas conversas de boteco
E depois venham pra cá.
Minha cidade é no norte,
meu sotaque não é forte,
minha praia é de rio,
To meio longe do mar.
Me refresco é na chuva, depois do tacacá.
Vocês não podem imaginar,
Nem a GLOBO contará.
Isso tudo só verá
quem um dia for ao Pará.
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá;
Sem que encontre as raízes
Que deixei ao vir pra cá.
A puta que os pariu, Rede Globo!
Quer fazer? Faz direito! Amor, Eterno Amor é o cacete!
(Alvarez Marcelina)
março 13, 2012
Belém sedia Sul-Americano de Desportos Aquáticos
De: Diário do Pará
Na próxima quarta-feira, dia 14, o Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos começa em Belém. A competição acontece no Parque Aquático do Pará e reúne grandes nomes do esporte internacional. Atletas dos 13 países da América do Sul irão competir durante os 14 dias de prova, valendo a colocação para as Olimpíadas de Londres. Mais de 600 atletas, sendo 500 internacionais e 100 brasileiros, de nado sincronizado, natação, polo aquático, maratonas aquáticas e saltos ornamentais estão confirmados para o campeonato.
A abertura oficial do evento acontece às 18h, com a presença de autoridades, atletas, público e organizadores.
Nos dias 14, 15, 16 e 17 acontecem as provas de natação e saltos ornamentais, com eliminatórias, disputas finais e premiação. Nomes de destaque no cenário nacional, como César Cielo e Thiago Pereira estarão em Belém, onde pretendem confirmar o seu favoritismo para as Olimpíadas de Londres. Nos dias 16 e 18, acontecem as Maratonas Aquáticas, provas de cinco e dez quilômetros. O percurso prevê 1h30 de prova, com saída da Universidade Federal do Pará (UFPA), e chegada na escadinha do Ver-o-Peso. O Brasil entra na competição com as atletas Ana Marcela Cunha (5 e 10 km ) e Betina Lorscheitter (5 e 10 km ), no feminino, e Allan do Carmo (5 e 10 km ), Samuel de Bonna (5 km) e Victor Colonese (10 km ), no masculino.
De 20 a 24 serão realizadas as provas de Pólo Aquático (masculino e feminino) e Nado Sincronizado. As paraenses Gabriela e Daniela Figueiredo prometem fazer bonito na competição. As atletas, que começaram no esporte, ainda crianças, no Clube do Remo, compõem a seleção brasileira de base da categoria desde 2007. Foi por sugestão dos técnicos da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos que as “gêmeas morenas”, como já são conhecidas no meio esportivo, começaram a se dedicar ao Nado Sincronizado.
Hoje elas fazem parte da Seleção Brasileira Sênior Permanente, que treina no Rio de Janeiro. As jovens desembarcam em Belém no dia 19. A seleção de nado sincronizado conta, ainda, com Lara Teixeira, Nayara Figueira, Giovana Stephan, Lorena Fontes Molinos, Maria Eduarda Pereira, Maria Bruno, Jéssica Noutel Gonçalves, Pamela Nogueira e Luísa Nunes Borges.
A cerimônia de encerramento acontece no dia 24, às 17h. O Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos será realizado entre os dias 14 e 25 de março, com entrada franca e transmitido, ao vivo, para diversos países do mundo pelo canal Sport TV.
REVITALIZAÇÃO
Piscinas, banheiros, arquibancadas, trampolins, pisos e fachada. Tudo foi reformado e revitalizado para receber o Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos. As obras foram concluídas no início da semana, obedecendo ao cronograma definido pelo governo do Estado, com acompanhamento direto da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos.
O parque conta também com equipamentos de tecnologia de ponta: as placas de toque (nas raias) e placa nas cabeceiras das raias, o que garantirá ainda mais segurança nos resultados das provas. O placar eletrônico da competição também é novo, e foi testado e aprovado pela Confederação Sul-Americana de Natação. Para garantir a presença do público, além das arquibancadas em concreto foram instaladas estruturas extras no entorno do parque, que ganhou, também, refletores.
O apoio do governo do Pará ao esporte já garantiu, para 2013, a realização de outro grande evento em Belém: os Jogos Olímpicos da Juventude, que devem reunir 6 mil atletas das 27 modalidades olímpicas. Esta é a segunda vez que o Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos será realizado na capital paraense. (Diário do Pará)
Na próxima quarta-feira, dia 14, o Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos começa em Belém. A competição acontece no Parque Aquático do Pará e reúne grandes nomes do esporte internacional. Atletas dos 13 países da América do Sul irão competir durante os 14 dias de prova, valendo a colocação para as Olimpíadas de Londres. Mais de 600 atletas, sendo 500 internacionais e 100 brasileiros, de nado sincronizado, natação, polo aquático, maratonas aquáticas e saltos ornamentais estão confirmados para o campeonato.
A abertura oficial do evento acontece às 18h, com a presença de autoridades, atletas, público e organizadores.
Nos dias 14, 15, 16 e 17 acontecem as provas de natação e saltos ornamentais, com eliminatórias, disputas finais e premiação. Nomes de destaque no cenário nacional, como César Cielo e Thiago Pereira estarão em Belém, onde pretendem confirmar o seu favoritismo para as Olimpíadas de Londres. Nos dias 16 e 18, acontecem as Maratonas Aquáticas, provas de cinco e dez quilômetros. O percurso prevê 1h30 de prova, com saída da Universidade Federal do Pará (UFPA), e chegada na escadinha do Ver-o-Peso. O Brasil entra na competição com as atletas Ana Marcela Cunha (5 e 10 km ) e Betina Lorscheitter (5 e 10 km ), no feminino, e Allan do Carmo (5 e 10 km ), Samuel de Bonna (5 km) e Victor Colonese (10 km ), no masculino.
De 20 a 24 serão realizadas as provas de Pólo Aquático (masculino e feminino) e Nado Sincronizado. As paraenses Gabriela e Daniela Figueiredo prometem fazer bonito na competição. As atletas, que começaram no esporte, ainda crianças, no Clube do Remo, compõem a seleção brasileira de base da categoria desde 2007. Foi por sugestão dos técnicos da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos que as “gêmeas morenas”, como já são conhecidas no meio esportivo, começaram a se dedicar ao Nado Sincronizado.
Hoje elas fazem parte da Seleção Brasileira Sênior Permanente, que treina no Rio de Janeiro. As jovens desembarcam em Belém no dia 19. A seleção de nado sincronizado conta, ainda, com Lara Teixeira, Nayara Figueira, Giovana Stephan, Lorena Fontes Molinos, Maria Eduarda Pereira, Maria Bruno, Jéssica Noutel Gonçalves, Pamela Nogueira e Luísa Nunes Borges.
A cerimônia de encerramento acontece no dia 24, às 17h. O Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos será realizado entre os dias 14 e 25 de março, com entrada franca e transmitido, ao vivo, para diversos países do mundo pelo canal Sport TV.
REVITALIZAÇÃO
Piscinas, banheiros, arquibancadas, trampolins, pisos e fachada. Tudo foi reformado e revitalizado para receber o Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos. As obras foram concluídas no início da semana, obedecendo ao cronograma definido pelo governo do Estado, com acompanhamento direto da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos.
O parque conta também com equipamentos de tecnologia de ponta: as placas de toque (nas raias) e placa nas cabeceiras das raias, o que garantirá ainda mais segurança nos resultados das provas. O placar eletrônico da competição também é novo, e foi testado e aprovado pela Confederação Sul-Americana de Natação. Para garantir a presença do público, além das arquibancadas em concreto foram instaladas estruturas extras no entorno do parque, que ganhou, também, refletores.
O apoio do governo do Pará ao esporte já garantiu, para 2013, a realização de outro grande evento em Belém: os Jogos Olímpicos da Juventude, que devem reunir 6 mil atletas das 27 modalidades olímpicas. Esta é a segunda vez que o Campeonato Sul-Americano de Desportos Aquáticos será realizado na capital paraense. (Diário do Pará)
março 05, 2012
Ato de solidariedade a Lúcio Flavio Pinto
De: Enecos Pará
No próximo dia 6 de março (terça-feira), às 18 horas, haverá um ato de solidariedade ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, que vem sofrendo pressões, ameaças e processos judiciais por conta do seu ofício de informar, defender o direito à informação do cidadão e denunciar as investidas dos poderosos contra o patrimônio da Amazônia. O evento será realizado no auditório do Ministério Público Federal e contará com a presença de representantes de diversas entidades e personalidades comprometidas com a luta pela democracia e liberdade de expressão.
Farão parte da mesa de debate a presidente do Sindicato dos Jornalistas do Pará, Sheila Faro; o presidente da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, Marco Apolo; o procurador da República, Felício Pontes; o professor e vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, Jeronimo Treccani; a pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, Ima Vieira; e a jornalista e professora do curso de Comunicação Social da UFPA, Rosaly Britto.
Está sendo produzido um vídeo, que mostra a participação de Lúcio Flávio Pinto em diversos programas e documentários sobre a sua atividade profissional. Programado, também para o evento, a venda de exemplares do Jornal Pessoal e livros produzidos pelo jornalista. Antes do encerramento do ato serão discutidos os rumos da campanha de solidariedade a LFP.
A perseguição política contra Lúcio Flávio Pinto já soma 20 anos desde o primeiro processo, em 1992. No total, são 33 processos judiciais cíveis e penais contra o jornalista, que tem se dedicado a sua função de investigar, checar informações e denunciar ações ilegais, corrupção, crimes contra o interesse e o patrimônio público, além de irregularidades no exercício da função pública.
Em 1999, o Jornal Pessoal denunciou Cecílio Rego de Almeida, dono da construtora C.R. Almeida*. O empresário grilou uma área de 4,7 milhões de hectares de terras públicas, no Pará. O conhecido “pirata fundiário” processou o jornalista por suposta “ofensa moral”. O Tribunal de Justiça do Pará aceitou a queixa e condenou Lúcio à indenização de R$ 8 mil; ele recorreu ao Superior Tribunal de Justiça, mas no último dia 7 de fevereiro o STJ negou seguimento ao recurso, arquivando-o, sob alegação de “erros formais”.
O ato de solidariedade a Lúcio Flávio Pinto faz parte da campanha “Liberdade para Lúcio Flávio Pinto, já conta com o blog somostodoslucioflaviopinto.wordpress.com e um grupo do Facebook (Pessoal do Lúcio Flavio Pinto). O endereço do MPF/PA é: Rua Domingos Marreiros Nº690, Bairro Umarizal, Belém/PA.
No próximo dia 6 de março (terça-feira), às 18 horas, haverá um ato de solidariedade ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, que vem sofrendo pressões, ameaças e processos judiciais por conta do seu ofício de informar, defender o direito à informação do cidadão e denunciar as investidas dos poderosos contra o patrimônio da Amazônia. O evento será realizado no auditório do Ministério Público Federal e contará com a presença de representantes de diversas entidades e personalidades comprometidas com a luta pela democracia e liberdade de expressão.
Está sendo produzido um vídeo, que mostra a participação de Lúcio Flávio Pinto em diversos programas e documentários sobre a sua atividade profissional. Programado, também para o evento, a venda de exemplares do Jornal Pessoal e livros produzidos pelo jornalista. Antes do encerramento do ato serão discutidos os rumos da campanha de solidariedade a LFP.
A perseguição política contra Lúcio Flávio Pinto já soma 20 anos desde o primeiro processo, em 1992. No total, são 33 processos judiciais cíveis e penais contra o jornalista, que tem se dedicado a sua função de investigar, checar informações e denunciar ações ilegais, corrupção, crimes contra o interesse e o patrimônio público, além de irregularidades no exercício da função pública.
Em 1999, o Jornal Pessoal denunciou Cecílio Rego de Almeida, dono da construtora C.R. Almeida*. O empresário grilou uma área de 4,7 milhões de hectares de terras públicas, no Pará. O conhecido “pirata fundiário” processou o jornalista por suposta “ofensa moral”. O Tribunal de Justiça do Pará aceitou a queixa e condenou Lúcio à indenização de R$ 8 mil; ele recorreu ao Superior Tribunal de Justiça, mas no último dia 7 de fevereiro o STJ negou seguimento ao recurso, arquivando-o, sob alegação de “erros formais”.
O ato de solidariedade a Lúcio Flávio Pinto faz parte da campanha “Liberdade para Lúcio Flávio Pinto, já conta com o blog somostodoslucioflaviopinto.wordpress.com e um grupo do Facebook (Pessoal do Lúcio Flavio Pinto). O endereço do MPF/PA é: Rua Domingos Marreiros Nº690, Bairro Umarizal, Belém/PA.
janeiro 24, 2012
BBC de Londres grava com Orquestra de Violoncelistas da Amazônia
Estive offline por um tempo. Peço desculpas. Resumirei em breve o que veio acontecendo em Belém e nas outras cidades do nosso estado.
De: UFPA.br
A equipe técnica formada por produtores, cinegrafistas, auxiliares
A TV inglesa registrou imagens do grupo tocando em plena baía do Guajará. O repertório incluiu carimbó e clássicos do rock in roll, sobretudo o heavy metal.
Caleidoscópio do Brasil
A vinda dos ingleses é resultado da iniciativa do coordenador da Orquestra, professor Áureo DeFreitas. Ele conta que, três anos atrás, o grupo fez a mesma apresentação na orla de Belém, durante o Programa Enarte Fluvial, que integrava a programação do Encontro de Arte (Enarte), realizado pela Escola de Música da UFPA. Por causa disso, a Orquestra acabou sendo indicada à TV inglesa. “Eles vieram até Belém e levei-os até o nosso estúdio. Quando tocamos, acredito que eles tenham ficado encantados”, descreve o professor.
A série da TV inglesa vai ao ar no mês de outubro deste ano. O programa também inclui a cantora paraense Gaby Amarantos e o chefe de cozinha Thiago Castanho.
Os violoncelistas d
Sucesso nacional e internacional, pela qualidade e inovação do trabalho que apresenta atualmente, a Orquestra já está em sua terceira geração e trata-se da única orquestra profissional juvenil do Brasil. "Nossos músicos se profissionalizar
Extensão - A Orquestra faz parte do Projeto de Extensão “Cordas da Amazônia”, criado por Áureo DeFreitas, em 2006. A intenção é trabalhar na educação de crianças e jovens que queiram se tornar músicos profissionais e professores de Música, com base em instrumentos de cordas friccionadas, possibilitando-lhes amplo contato com o repertório erudito.
Texto: Julize Garcia – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Paulo Lima
dezembro 22, 2011
Apinagés de Volta!
Yey!!! Recolocaram o nome original!!! Nossas origens e nossa história mais perto de nós. :D
Parabéns ao pessoal que lutou contra aquela pouca-vergonha !
Parabéns ao pessoal que lutou contra aquela pouca-vergonha !
dezembro 19, 2011
Chega disto, né?
Primeiro com nossos irmãos nordestinos, e agora conosco. Já bati e debati esses preconceitos "sulistas" aqui.
Até onde vimos, um usuário do Twitter estava a xingar nosso jeito de falar. Nisso tudo lembrei do que o professor Pasquale falou sobre nós quando disse que nosso sotaque é um dos mais aportuguesados do Brasil.
Segue aí o texto do prof. Pasquale:
"Estive em Belém, capital do Pará para proferir duas conferências. Tudo ótimo, do pessoal que organizou o evento às inúmeras pessoas que compareceram e assistiram às palestras. É claro que nessas ocasiões presto muita atenção no que ouço.
Nada de procurar erros, pelo amor de Deus! O que me fascina é descobrir as particularidades da linguagem de cada comunidade, de cada grupo social. E a linguagem dos paraenses - mais especificamente a dos belenenses - é particularmente interessante. "Queres água?", perguntava educadamente uma das pessoas que participaram da equipe de apoio. O pronome "tu", da segunda pessoa do singular, é comum na fala dos habitantes de Belém. Com um detalhe: o verbo conjugado de acordo com o que prega a gramática normativa, ou, se você preferir, exatamente como se verifica na linguagem oral em Portugal.
Em Lisboa e em Belém, é muito comum ouvir "Foste lá?", "Fizeste o que pedi?", "Trouxeste o livro?", "Queres água?", "Sabes onde fica a rua?". Inevitável lembrar uma canção de uma dupla da terra, Paulo André e Rui Barata ("Beira de mar, como um resto de sol no mar, como a brisa na preamar, tu te foste de mim"). "Tu te foste", diz a letra, certamente escrita assim pelo letrista Rui Barata, exatamente como dizem as pessoas em Belém. A cantora Fafá de Belém, equivocadamente, gravou "fostes". Uma pena! "Fostes" serve para vós: "vós fostes". O que se ouve em Belém - "foste", "fizeste", "queres" - não é comum em qualquer região do país. Em boa parte do Brasil, é freqüente o emprego do pronome "tu" com o verbo conjugado na terceira pessoa: "Tu fez?", "Tu sempre faz isso?", "Por que tu não estuda?", "Tu comprou o remédio?". Para a gramática normativa, isso está errado. Se o pronome é "tu", o verbo deve ser conjugado na segunda pessoa do singular: "fizeste, fazes, estudas,
compraste", nas frases anteriores.
Na linguagem oral, a mistura de pessoas gramaticais ("Você fez o que te pedi?" ou "Tu falou", por exemplo) é tão comum no Brasil que é impossível não ficar surpreso quando se vai a Belém e se ouve a segunda pessoa do singular como se emprega em Portugal. Aliás, Belém tem forte e visível influência portuguesa, a começar pela bela arquitetura. Ainda segundo a gramática - e segundo o uso lusitano, vivíssimo -, quando se usa "tu", não se usa "lhe".
E aí a roda pega, até em Belém, onde, apesar dos verbos e do sujeito na segunda pessoa, às vezes se ouve o pronome "lhe": "Foste lá? Eu lhe disse que devias ir". Qual é o problema? O pronome "lhe" se usa para "você", "senhor", "senhora", "Excelência", ou qualquer outro pronome de terceira pessoa. Na língua formal, "tu" e "lhe" não combinam. Na frase anterior, o "lhe" deveria ser substituído por "te": "Foste lá? Eu te disse que devias ir". E mais: como já expliquei em colunas anteriores, para a gramática normativa, o pronome "lhe" não deve ser empregado com verbos que não pedem
a preposição "a".
Com o verbo "dizer", que pede a preposição "a" (dizer a alguém), tudo bem: "Você foi lá? O que ele lhe disse?". Mas com "admirar", "procurar", "abraçar", que não pedem a preposição "a" (admirar alguém, procurar alguém, abraçar alguém), nem pensar em "lhe" na língua culta: "Todos admiram você/Todos o admiram"; "Todos procuram você/Todos o procuram"; "Ela abraçou você/Ela o abraçou".
Não custa repetir que todas essas observações têm como base a gramática normativa, que, na linguagem oral, ou seja, na fala, como se vê, não é aplicada integralmente em nenhum canto do Brasil. O que fazer? Nada de histeria. Nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Nada de imaginar que se deva exigir de todo brasileiro, na fala, o cumprimento irrestrito das normas lusitanas de uniformidade de tratamento. E nada de achar que não se deve ensinar isso nas escolas, que não se deve tocar no assunto. Afinal, a uniformidade de tratamento está nos clássicos brasileiros e portugueses, está na língua viva, oral de Portugal e de outros países de língua portuguesa.
Está até na poesia brasileira deste século. E também na música popular da Bossa Nova ("Apelo", de Baden e Vinicius, por exemplo: "Meu amor, não vás embora, vê a vida como chora, vê que triste esta canção; eu te peço: não te ausentes, pois a dor que agora sentes...") a Chico Buarque ("Acho que estás te fazendo de tonta, te dei meus olhos pra tomares conta, me conta agora como hei de partir" versos de "Eu Te Amo", música de Tom Jobim e letra de Chico Buarque).
Não custa repetir: na língua culta, formal, é desejável a uniformidade de tratamento. Quando se usa tu, usam-se os pronomes te, ti, contigo, teu. Quando se usa você, senhor, Excelência, usam-se os pronomes o, a, lhe, seu. E também não custa pesquisar um pouco, ler os clássicos e os modernos. Ou fazer uma bela viagem a Belém e lá tomar o tacacá. E ouvir algo como "Fizeste o trabalho?"."
-> Nós? Nós sabemos muito bem nossas origens: negra, branca, latina e indígena. Agora tu... tu, irmão meu, não sei de onde vieste, nem para onde vais com tanto fardo inútil.
Se foi só uma briga com uma paraense, não precisava ter, aparentemente, xingado todo um povo.
Até onde vimos, um usuário do Twitter estava a xingar nosso jeito de falar. Nisso tudo lembrei do que o professor Pasquale falou sobre nós quando disse que nosso sotaque é um dos mais aportuguesados do Brasil.
Segue aí o texto do prof. Pasquale:
"Estive em Belém, capital do Pará para proferir duas conferências. Tudo ótimo, do pessoal que organizou o evento às inúmeras pessoas que compareceram e assistiram às palestras. É claro que nessas ocasiões presto muita atenção no que ouço.
Nada de procurar erros, pelo amor de Deus! O que me fascina é descobrir as particularidades da linguagem de cada comunidade, de cada grupo social. E a linguagem dos paraenses - mais especificamente a dos belenenses - é particularmente interessante. "Queres água?", perguntava educadamente uma das pessoas que participaram da equipe de apoio. O pronome "tu", da segunda pessoa do singular, é comum na fala dos habitantes de Belém. Com um detalhe: o verbo conjugado de acordo com o que prega a gramática normativa, ou, se você preferir, exatamente como se verifica na linguagem oral em Portugal.
Em Lisboa e em Belém, é muito comum ouvir "Foste lá?", "Fizeste o que pedi?", "Trouxeste o livro?", "Queres água?", "Sabes onde fica a rua?". Inevitável lembrar uma canção de uma dupla da terra, Paulo André e Rui Barata ("Beira de mar, como um resto de sol no mar, como a brisa na preamar, tu te foste de mim"). "Tu te foste", diz a letra, certamente escrita assim pelo letrista Rui Barata, exatamente como dizem as pessoas em Belém. A cantora Fafá de Belém, equivocadamente, gravou "fostes". Uma pena! "Fostes" serve para vós: "vós fostes". O que se ouve em Belém - "foste", "fizeste", "queres" - não é comum em qualquer região do país. Em boa parte do Brasil, é freqüente o emprego do pronome "tu" com o verbo conjugado na terceira pessoa: "Tu fez?", "Tu sempre faz isso?", "Por que tu não estuda?", "Tu comprou o remédio?". Para a gramática normativa, isso está errado. Se o pronome é "tu", o verbo deve ser conjugado na segunda pessoa do singular: "fizeste, fazes, estudas,
compraste", nas frases anteriores.
Na linguagem oral, a mistura de pessoas gramaticais ("Você fez o que te pedi?" ou "Tu falou", por exemplo) é tão comum no Brasil que é impossível não ficar surpreso quando se vai a Belém e se ouve a segunda pessoa do singular como se emprega em Portugal. Aliás, Belém tem forte e visível influência portuguesa, a começar pela bela arquitetura. Ainda segundo a gramática - e segundo o uso lusitano, vivíssimo -, quando se usa "tu", não se usa "lhe".
E aí a roda pega, até em Belém, onde, apesar dos verbos e do sujeito na segunda pessoa, às vezes se ouve o pronome "lhe": "Foste lá? Eu lhe disse que devias ir". Qual é o problema? O pronome "lhe" se usa para "você", "senhor", "senhora", "Excelência", ou qualquer outro pronome de terceira pessoa. Na língua formal, "tu" e "lhe" não combinam. Na frase anterior, o "lhe" deveria ser substituído por "te": "Foste lá? Eu te disse que devias ir". E mais: como já expliquei em colunas anteriores, para a gramática normativa, o pronome "lhe" não deve ser empregado com verbos que não pedem
a preposição "a".
Com o verbo "dizer", que pede a preposição "a" (dizer a alguém), tudo bem: "Você foi lá? O que ele lhe disse?". Mas com "admirar", "procurar", "abraçar", que não pedem a preposição "a" (admirar alguém, procurar alguém, abraçar alguém), nem pensar em "lhe" na língua culta: "Todos admiram você/Todos o admiram"; "Todos procuram você/Todos o procuram"; "Ela abraçou você/Ela o abraçou".
Não custa repetir que todas essas observações têm como base a gramática normativa, que, na linguagem oral, ou seja, na fala, como se vê, não é aplicada integralmente em nenhum canto do Brasil. O que fazer? Nada de histeria. Nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Nada de imaginar que se deva exigir de todo brasileiro, na fala, o cumprimento irrestrito das normas lusitanas de uniformidade de tratamento. E nada de achar que não se deve ensinar isso nas escolas, que não se deve tocar no assunto. Afinal, a uniformidade de tratamento está nos clássicos brasileiros e portugueses, está na língua viva, oral de Portugal e de outros países de língua portuguesa.
Está até na poesia brasileira deste século. E também na música popular da Bossa Nova ("Apelo", de Baden e Vinicius, por exemplo: "Meu amor, não vás embora, vê a vida como chora, vê que triste esta canção; eu te peço: não te ausentes, pois a dor que agora sentes...") a Chico Buarque ("Acho que estás te fazendo de tonta, te dei meus olhos pra tomares conta, me conta agora como hei de partir" versos de "Eu Te Amo", música de Tom Jobim e letra de Chico Buarque).
Não custa repetir: na língua culta, formal, é desejável a uniformidade de tratamento. Quando se usa tu, usam-se os pronomes te, ti, contigo, teu. Quando se usa você, senhor, Excelência, usam-se os pronomes o, a, lhe, seu. E também não custa pesquisar um pouco, ler os clássicos e os modernos. Ou fazer uma bela viagem a Belém e lá tomar o tacacá. E ouvir algo como "Fizeste o trabalho?"."-> Nós? Nós sabemos muito bem nossas origens: negra, branca, latina e indígena. Agora tu... tu, irmão meu, não sei de onde vieste, nem para onde vais com tanto fardo inútil.
Se foi só uma briga com uma paraense, não precisava ter, aparentemente, xingado todo um povo.
dezembro 13, 2011
Índios Parkatêjê lançam livro e DVD
De: Diálogos Políticos
Foi no dia nove de dezembro que a aldeia dos Parkatêjê, em Marabá, município do Pará, comemorou o lançamento do livro e do DVD que conta a história da pequena comunidade, que já esteve ameaçada de extinção. Com muita festa e comemorações típicas da cultura local, os cerca de 350 indígenas que formam a população da tribo vibraram com o fim de um trabalho onde os próprios participaram diariamente, desde as falas até as gravações. “Isto pertence ao meu povo” é o título do livro, que teve apoio da Vale do Rio Doce. Ao todo, dois mil exemplares foram distribuídos entre a aldeia e visitantes. A obra tem 196 páginas e é o resultado de entrevistas com o cacique Krôhôkrenhum (foto abaixo), já octagenário e fundador da tibro. As entrevistas foram feitas por voluntários da própria aldeia, que antes passaram por processo de aprendizagem nas oficinas.
A filha do capitão Krôhôkrenhum, Iracema, também conhecida como Krôhôkre, participou ativamente na coleta de informações do passado sobre seu povo, e afirma ter realizado um sonho com toda a aldeia. “Participei na oficina. Nós tivemos mais um pouco de conhecimento. Hoje temos uma base de como fazer esse trabalho, como fazer um livro. A felicidade para todos nós foi grande. Foi nossa realização, um sonho realizado”, afirmou.
Todo o trabalho teve a coordenação das linguistas Leopoldina Araújo e Marília Ferreira, docentes da Universidade Federal do Pará. As oficinas finais de organização e ilustração de obras foram feitas com o designer gráfico Guilherme Kiehl Noronha. Já o filme, com cenas filmadas por membros da aldeia, chama-se “Eu não posso morrer de graça”, do cineasta Vicent Carelli. Este convive com o capitão desde a década de 60. A ONG Vídeo nas Aldeias também ajudou a tornar o sonho uma realidade.
O disgner Guilherme contou que a aldeia passou pelo aprendizado de filmagem e movimentos de câmera com o objetivo de os próprios moradores da comunidade registrarem sua história. Ele afirma que este foi o trabalho mais prazero que já fez, mesmo já tendo realizado outras atividades nessa área. O processo todo pouco mais de um ano.
“Cada publicação é como um filho. Para mim o maior desafio desse livro foi poder trazer a criação do projeto gráfico para dentro da aldeia. Era uma coisa que eu queria fazer há muitos anos”, disse.
Festa para o lançamento
O fim de semana foi de festa para os índios Parketêjê. Logo na entrada da aldeia, a faixa que estampa o orgulho: “É bonito assim nossa história sair no mundo”. Na quinta-feira, os índios faziam os preparativos para receber outras pessoas de aldeias vizinhas e visitantes da cidade. A decoração, a comida, os enfeites, tudo preparado com antecedência. O capitão, que costuma se recolher cedo, fez “hora extra” para terminar o trabalho que ainda precisava ser realizado.

A sexta-feira foi o grande dia do lançamento. Com sorrisos para todos os lados, a aldeia celebrou a apresentação do livro e do DVD com rituais próprios. As crianças saudaram a chegada do capitão Krôhôkrenhum ao palco improvisado. Com canção no dialeto local, o jê timbira, que voluntários e mais velhos da aldeia tentam resgatar nos mais novos, os pequenos soltaram a voz. Depois, o capitão emocionado apresentou o livro para todos, onde o próprio está na capa.
Logo depois foi a vez de todos cumprimentarem o capitão. Primeiro os visitantes e em seguida os índios. A celebração também contou com a tradicional corrida de tora, onde tanto homens quanto mulheres corriam com uma grande tora de madeira. Quando um cansava, outro assumia a responsabilidade de carregar o peso. Uma dança típca e depois a refeição encerraram os festejos.
Eu quero um! :-) Meikwy Tekjê Ri, Isto Pertence Ao Meu Povo.
A filha do capitão Krôhôkrenhum, Iracema, também conhecida como Krôhôkre, participou ativamente na coleta de informações do passado sobre seu povo, e afirma ter realizado um sonho com toda a aldeia. “Participei na oficina. Nós tivemos mais um pouco de conhecimento. Hoje temos uma base de como fazer esse trabalho, como fazer um livro. A felicidade para todos nós foi grande. Foi nossa realização, um sonho realizado”, afirmou.
O disgner Guilherme contou que a aldeia passou pelo aprendizado de filmagem e movimentos de câmera com o objetivo de os próprios moradores da comunidade registrarem sua história. Ele afirma que este foi o trabalho mais prazero que já fez, mesmo já tendo realizado outras atividades nessa área. O processo todo pouco mais de um ano.
“Cada publicação é como um filho. Para mim o maior desafio desse livro foi poder trazer a criação do projeto gráfico para dentro da aldeia. Era uma coisa que eu queria fazer há muitos anos”, disse.
Festa para o lançamento
O fim de semana foi de festa para os índios Parketêjê. Logo na entrada da aldeia, a faixa que estampa o orgulho: “É bonito assim nossa história sair no mundo”. Na quinta-feira, os índios faziam os preparativos para receber outras pessoas de aldeias vizinhas e visitantes da cidade. A decoração, a comida, os enfeites, tudo preparado com antecedência. O capitão, que costuma se recolher cedo, fez “hora extra” para terminar o trabalho que ainda precisava ser realizado.
A sexta-feira foi o grande dia do lançamento. Com sorrisos para todos os lados, a aldeia celebrou a apresentação do livro e do DVD com rituais próprios. As crianças saudaram a chegada do capitão Krôhôkrenhum ao palco improvisado. Com canção no dialeto local, o jê timbira, que voluntários e mais velhos da aldeia tentam resgatar nos mais novos, os pequenos soltaram a voz. Depois, o capitão emocionado apresentou o livro para todos, onde o próprio está na capa.
Logo depois foi a vez de todos cumprimentarem o capitão. Primeiro os visitantes e em seguida os índios. A celebração também contou com a tradicional corrida de tora, onde tanto homens quanto mulheres corriam com uma grande tora de madeira. Quando um cansava, outro assumia a responsabilidade de carregar o peso. Uma dança típca e depois a refeição encerraram os festejos.
Eu quero um! :-) Meikwy Tekjê Ri, Isto Pertence Ao Meu Povo.
Pará receberá recursos para combater o crack
De: Bacana
O Pará receberá R$ 58,2 milhões do Ministério da Saúde para reforçar a rede de assistência a usuários de crack e de outras drogas. Cento e onze leitos estarão à disposição dessas pessoas se elas precisarem ser internadas por curto período de tempo. Devem ser criadas também 18 novas unidades de acolhimento a usuários, sendo 13 destinadas ao atendimento de adultos, e cinco para crianças e adolescentes.
O reforço será do Ministério da Saúde, em conjunto com os gestores locais. A ampliação do número de leitos é uma das ações do plano 'Crack, é possível vencer', lançado pela Presidência da República.
dezembro 12, 2011
O que fazer daqui para frente?
Pois é, ontem foi um dia histórico e relembraremos, em 2012, nos dias 4 e 11 de Dezembro, a Luta Contra a Divisão do Estado.
Então, o Pará não será divido. O que é bom, pois já sabemos que são todos interesses de políticos de outros estados, que usaram da natural insatisfação das populações mais distantes da capital, para tentarem conseguir o que queriam. E já fizeram isso em quase todo o território. Vi ainda a pouco, no Bom Dia Brasil, que o Carajás, que teria 39 cidades, teria o tamanho do Rio Grande do Sul, que tem mais de 400 cidades!
Estão entendendo agora a jogada? Eles não estavam nem aí pra gente. Era só para se gastar mais com a política. No RS, chegou-se a criar duas cidades: uma de cada lado da rua! É só para inchar a máquina adiministrativa e ferrar o povo.
Além do que, parece que toda a dívida da divisão ia ficar para o Pará remanescente, porque, novos estados não podem nascer individados. Imagina! Umas 5 milhões de pessoas, com pouca riqueza, comprando energia, recebendo menos da União e ainda pagando 4 bilhões para criar ainda mais coisas das quais todos já temos! Absurdo! Iria falir o Pará remanescente e, como consequencia, Tapajós e Carajás nunca teriam máquina adiministrativa. E se tivessem, iriam ter de tirar do seu próprio repasse do FPE. Só que, se o Pará grande, recebe 2,4 bilhões (Lei complementar de 1989), com certeza todo mundo receberia menos.
Agora me diz como iria ficar tudo de pé com:
1- dívida de 4 bilhões + "HERANÇA MALDITA" (segundo Eduardo J.M. Costa)
2- Tapajós ainda comprando energia por ainda não ter Belo Monte e Pará por não ter nenhuma fonte.
3- todos recebendo só cerca de 800 milhões do FPE (se dividido por igual, o que jamais aconteceria!).
4- sem a ajuda da União (Constituição de 1988, art. 234).
5- Parazinho quebrado! E pessoas fugindo para outros estados por não querer pagar a dívida.
6- roubalheira!
E, se a dívida ficasse só para os novos, também não daria:
1-Antes de vir tudo o que a população está precisando, teriam que pagar por toda sua máquina adiministrativa: 2 bilhões para cada estado.
2- O dinheiro do povo (1 milhão de pessoas em cada estado) e mais o dinheiro do repasse do FPE (menos de 800 milhões), teriam que ser gastos para construir cargos e manter mais políticos (uns 750 milhões por ano!)
3- Pará e Tapajós teriam que comprar energia de Carajás.
4- 5 milhões de pessoas no Pará ficariam mais pobres!
NÃO DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!
Só chegou até o ponto de plebiscito porque eles estavam fazendo a "maior onda" para que só uma pequena parte participasse, e só eles fizeram o traçado e só eles votaram no traçado. Mas a Justiça determinou que TODOS do Pará teriam que votar, pois seria inconstitucional e furaria um montão de leis e ia dar na 2ª Revolta Cabana!!! NOS DERAM ATÉ TAPAS NA CARA, VELHO!
Dá até vontade de falar palavrão aqui! Dividir só iria empobrecer todo mundo! PESSOAL DE TODO O PARÁ, SERÁ QUE DÁ PRA ENTENDER QUE DIVIDIR NÃO DÁ! Há um conjunto de leis que não deixam mais uma divisão sair barata! Quem mais votou no 77 não entendeu toda a jogada por trás. E ainda vem o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), o autor do projeto de lei que deu origem ao plebiscito, dizer: "O Pará já estava dividido em três regiões. Mas hoje politicamente está absolutamente rachado. O governador [Simão Jatene, PSDB], que era apenas para ser um magistrado, entrou de cabeça na campanha. Ele não tem mais como ser acompanhado por ninguém aqui no sul. Ele vá procurar na terra dele, porque aqui ele não terá mais". Pô, cara, independente do que o governador acha e, SE EU ENTENDI BEM O RESULTADO DE HOJE, o que a MAIORIA decidiu foi: O PARÁ NÃO SE DIVIDIU! A GALERA NÃO QUER DIVISÃO E CHEGA DE POLITICAGEM DE MEIA TIGELA! E esse deputado considera essa região como se fosse só dele!? ELE NEM É PARAENSE!!!
A GENTE NÃO TÁ LUTANDO CONTRA NÓS MESMOS, MAS SIM CONTRA ESSES POLÍTICOS INTERESSEIROS QUE ESTÃO LOUCOS PARA METER A MÃO NAS COISAS DO POVO: SE REELEGEREM POR LÁ, E, JÁ QUE A FISCALIZAÇÃO É FRACA, MANDAR E DESMANDAR, METER A MÃO NOS REPASSES E, ALÉM DO QUE, TODOS ELES SÃO LATIFUNDIÁRIOS. É ISTO QUE OS POLÍTICOS FAZEM EM TODO O PAÍS!
MAS QUEM NASCE NESTE PEDAÇO DE CHÃO CHAMADO PARÁ É PARAENSE E ACABOU!
E eles (políticos), já estão tramando um plebiscito para o ano que vem! QUE MERDA! CHEGA!
SE O DESENVOLVIMENTO NÃO CHEGA BEM NESSAS REGIÕES, É PORQUE AINDA VAI CHEGAR! ATÉ EM ABAETETUBA SENTÍAMOS FALTA DE POLÍTICAS BOAS, MAS HOJE JÁ SE VÊ QUE MUDOU BASTANTE.
Agora veja se a divisão mudou muita coisa em Tocantins e Mato Grosso do Sul:
Enfim, para o Tapajós, muitas pessoas ontem comentaram que votariam "sim". Porque lá realmente é jogo duro. Já para Carajás, a galera já conhece a má fama da Vale, além do que, nessa região, há muita gente de outros estados, que provavelmente não estariam preocupados com o destino do resto das pessoas, por isso, votariam "não".
Sem contar a galera que não votou, o "não" alcançou cerca de o dobro do "sim". Inclusive, segundo os dados apresentados pela Rádio Clube, uns 30%, das pessoas nas regiões onde seriam os novos estados, também votaram no "não".Então, o Pará não será divido. O que é bom, pois já sabemos que são todos interesses de políticos de outros estados, que usaram da natural insatisfação das populações mais distantes da capital, para tentarem conseguir o que queriam. E já fizeram isso em quase todo o território. Vi ainda a pouco, no Bom Dia Brasil, que o Carajás, que teria 39 cidades, teria o tamanho do Rio Grande do Sul, que tem mais de 400 cidades!
Estão entendendo agora a jogada? Eles não estavam nem aí pra gente. Era só para se gastar mais com a política. No RS, chegou-se a criar duas cidades: uma de cada lado da rua! É só para inchar a máquina adiministrativa e ferrar o povo.
Além do que, parece que toda a dívida da divisão ia ficar para o Pará remanescente, porque, novos estados não podem nascer individados. Imagina! Umas 5 milhões de pessoas, com pouca riqueza, comprando energia, recebendo menos da União e ainda pagando 4 bilhões para criar ainda mais coisas das quais todos já temos! Absurdo! Iria falir o Pará remanescente e, como consequencia, Tapajós e Carajás nunca teriam máquina adiministrativa. E se tivessem, iriam ter de tirar do seu próprio repasse do FPE. Só que, se o Pará grande, recebe 2,4 bilhões (Lei complementar de 1989), com certeza todo mundo receberia menos.
Agora me diz como iria ficar tudo de pé com:
1- dívida de 4 bilhões + "HERANÇA MALDITA" (segundo Eduardo J.M. Costa)
2- Tapajós ainda comprando energia por ainda não ter Belo Monte e Pará por não ter nenhuma fonte.
3- todos recebendo só cerca de 800 milhões do FPE (se dividido por igual, o que jamais aconteceria!).
4- sem a ajuda da União (Constituição de 1988, art. 234).
5- Parazinho quebrado! E pessoas fugindo para outros estados por não querer pagar a dívida.
6- roubalheira!
E, se a dívida ficasse só para os novos, também não daria:
1-Antes de vir tudo o que a população está precisando, teriam que pagar por toda sua máquina adiministrativa: 2 bilhões para cada estado.
2- O dinheiro do povo (1 milhão de pessoas em cada estado) e mais o dinheiro do repasse do FPE (menos de 800 milhões), teriam que ser gastos para construir cargos e manter mais políticos (uns 750 milhões por ano!)
3- Pará e Tapajós teriam que comprar energia de Carajás.
4- 5 milhões de pessoas no Pará ficariam mais pobres!
NÃO DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!
Só chegou até o ponto de plebiscito porque eles estavam fazendo a "maior onda" para que só uma pequena parte participasse, e só eles fizeram o traçado e só eles votaram no traçado. Mas a Justiça determinou que TODOS do Pará teriam que votar, pois seria inconstitucional e furaria um montão de leis e ia dar na 2ª Revolta Cabana!!! NOS DERAM ATÉ TAPAS NA CARA, VELHO!
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| Fiquem de olho nesses caras! |
Dá até vontade de falar palavrão aqui! Dividir só iria empobrecer todo mundo! PESSOAL DE TODO O PARÁ, SERÁ QUE DÁ PRA ENTENDER QUE DIVIDIR NÃO DÁ! Há um conjunto de leis que não deixam mais uma divisão sair barata! Quem mais votou no 77 não entendeu toda a jogada por trás. E ainda vem o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), o autor do projeto de lei que deu origem ao plebiscito, dizer: "O Pará já estava dividido em três regiões. Mas hoje politicamente está absolutamente rachado. O governador [Simão Jatene, PSDB], que era apenas para ser um magistrado, entrou de cabeça na campanha. Ele não tem mais como ser acompanhado por ninguém aqui no sul. Ele vá procurar na terra dele, porque aqui ele não terá mais". Pô, cara, independente do que o governador acha e, SE EU ENTENDI BEM O RESULTADO DE HOJE, o que a MAIORIA decidiu foi: O PARÁ NÃO SE DIVIDIU! A GALERA NÃO QUER DIVISÃO E CHEGA DE POLITICAGEM DE MEIA TIGELA! E esse deputado considera essa região como se fosse só dele!? ELE NEM É PARAENSE!!!A GENTE NÃO TÁ LUTANDO CONTRA NÓS MESMOS, MAS SIM CONTRA ESSES POLÍTICOS INTERESSEIROS QUE ESTÃO LOUCOS PARA METER A MÃO NAS COISAS DO POVO: SE REELEGEREM POR LÁ, E, JÁ QUE A FISCALIZAÇÃO É FRACA, MANDAR E DESMANDAR, METER A MÃO NOS REPASSES E, ALÉM DO QUE, TODOS ELES SÃO LATIFUNDIÁRIOS. É ISTO QUE OS POLÍTICOS FAZEM EM TODO O PAÍS!
MAS QUEM NASCE NESTE PEDAÇO DE CHÃO CHAMADO PARÁ É PARAENSE E ACABOU!
E eles (políticos), já estão tramando um plebiscito para o ano que vem! QUE MERDA! CHEGA!
SE O DESENVOLVIMENTO NÃO CHEGA BEM NESSAS REGIÕES, É PORQUE AINDA VAI CHEGAR! ATÉ EM ABAETETUBA SENTÍAMOS FALTA DE POLÍTICAS BOAS, MAS HOJE JÁ SE VÊ QUE MUDOU BASTANTE.
Agora veja se a divisão mudou muita coisa em Tocantins e Mato Grosso do Sul:
Enfim, para o Tapajós, muitas pessoas ontem comentaram que votariam "sim". Porque lá realmente é jogo duro. Já para Carajás, a galera já conhece a má fama da Vale, além do que, nessa região, há muita gente de outros estados, que provavelmente não estariam preocupados com o destino do resto das pessoas, por isso, votariam "não".
Estes devem ser os temas do momento. Então, não duvide em conversar com sua família quando estiverem tomando açaí.Pois bem, agora que os políticos já foram eliminados, como o governador disse: o que se fará depois da não-divisão?
Sei o que se passa na cabeça de quem votou no "sim": "lembrem de mim, que sou cidadão e dos meus filhos!". Por trás da pilantragem pudemos ouvir seus gritos. Portanto, como chegaremos até eles?
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| Spica, α-Virgem, significa Perfeição |
Outra coisa que muita gente sugeriu foi integração. É um ótimo ponto de partida! Nosso estado tem 144 cidades e cobre uma área semelhante a de vários países da Europa. E lá, eles vão para seus trabalhos, em outros países, de trêm, metrô e avião todos os dias. Também, depois do terremoto de Sendai, a primeira coisa que o governo Japonês fez foi reconstruir todas as estradas para se chegar todo o necessário à região.
| Desenho imaginário das ferrovias. Somente as vermelhas já seriam ideais. |
Para se implantar um trem de alta velocidade CONVENCIONAL, seria cerca de 2/3 do preço do que querem colocar entre Sampa e Rio. Seria, em média, 28 bilhões uma linha (sem contar manutenção)... ainda um pouco inviável, mas possível, necessário e durável. Também estou sem muitas fontes, mas uma maria-fumaça não seria tão bom porque viaja a uns 20 km/h e temos muito chão a percorrer. O Pará é enorme.
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| Mapa de rotas de Sinnoh, DS |
O segredo é jogar fora aquela imagem de Pará: NE rico e Sudoeste e Oeste "pobre". Seria bem melhor vermos o Pará como um território dos jogos do Pokémon, só que da vida real. Onde a Liga Pokémon, de cada um, fica do outro lado do território. Só por favor! Não vão sair por aí treinando capivara e boto como pokémon! xD
Além de ferrovias, poderiam baixar o preço das passagens regionais de avião com o apoio do governo em "compras em grupo", ou seja, a passagem é mais barata, mas o avião vai cheio, assim, cobre-se a perda e ainda se lucra mais. Incentivando a galera a ir conhecer o interior, ao invés de ir para outros estados. Aeroportos e aviões não faltam!
Depois de se ter as veias, só falta o sangue e os nutrientes. Belém tá repleta de pessoas formadas, mas elas não vão para o interior porque é distante e tem as famílias e tal.
Bem, se tivermos como ir mais rápido, não será mais tão distante. E assim poderão voltar todo o fim-de-semana ou todo o dia. Assim também, quem morar no interior, poderá vir trabalhar e estudar e voltar para casa.
Mas também pode nos limitar um pouco, já que, depois do presidente JK, as cidades foram aparecendo no decorrer das rodovias.
Poderíamos combinar todos estes meios da forma mais eficaz e barata. Porque, precisamos desenvolver mais essas regiões. ELES SÃO CIDADÃOS E TÊM DIREITO A ISSO!
Beto Barbosa não mora aqui há 25 anos! Nem sabia que ele era daqui! Nem nos sobe nem nos desce. Se a família dele quiser ir embora, que vá. Isso é traição com o pessoal do Pará! Se ele chegou onde chegou é porque o pessoal gostou e comprou a música dele, porque nossa cultura também tem lambada. E ele ainda acha que o Pará é como há 25 anos atrás. Aff! CRITICAR É FÁCIL, NÉ? VEM CÁ AJUDAR A DESENVOLVER O PARÁ ENTÃO! DUVIDO VOCÊ DOAR 1 CENTAVO! NÃO VEM AQUI HÁ 20 ANOS! SENTIMOS MAIS FALTA DA JOELMA, PORQUE ELA SEMPRE FALA BEM DA GENTE POR AÍ.
SABE PORQUÊ O PARÁ TEM ANDADO PARA FRENTE? PORQUE OS MAIS POBRES TEM CHEGADO NO PODER! JUIZES QUE NÃO TÊM NADA COM A ELITE TEM AJUDADO A DESENVOLVER O NOSSO ESTADO!
POR QUE VOCÊ NÃO FICA TAMBÉM E TENTA AJUDAR SE CANDIDATANDO A GOVERNADOR PARA TIRAR OS RIBEIRINHOS DA POBREZA? MINHA AVÓ TAMBÉM ERA RIBEIRINHA POBREZINHA. MAS HOJE, MINHA FAMÍLIA SONHA EM AJUDAR NOSSO ESTADO A CRESCER, E NÃO A FUGIR DELE!
Leia mais sobre a divisão: http://nacuiadoacai.blogspot.com/search/label/Divisão do Pará?updated-max=2011-11-25T21:49:00-03:00&max-results=20
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