O blog que dá seu SANGUE CABANO pela nossa história, cotidiano e faz o pau torar em quem merece! (xD)
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janeiro 30, 2013
Por Favor, Quem Puder Ajudar
Minha mãe tem problemas com duas hérnias de disco, por isso, imagino o tamanho das dores, mas não sei , de fato a realidade. Deve ser muito difícil. Encontrei este pedido no Facebook, investiguei um pouco e parece sim ser verdade. Por favor, se alguém puder ajudar, ajude. Se for alguém querendo tapear quem tem bom coração, Deus saberá.
março 27, 2012
Ver-o-peso, 385 anos da maior feira livre da América Latina
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| 1965 - Libero Luxardo |
Uma casa de aferir peso acabou virando símbolo de uma cidade

Em 1614, no Rio de Janeiro, essa modalidade fiscal foi introduzida. Em Belém, não se sabe ao certo quando o fisco começou a funcionar. Porém, em 1625, a Casa do Ver-o-peso já estava em pleno funcionamento, haja vista ter o Senado da Câmara solicitado ao governador Gomes Freire de Andrade a renda daquela espécie de Mesa Fiscal, orçada então em 150 mil-réis, para enfrentar as despesas administrativas da cidade.
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| parahistorico.blogspot.com |
A Casa deve ter sido erguida na foz do igarapé Piri, onde hoje é a Doca do Ver-o-peso. Para se ter uma idéia da topografia da época, recorde-se de que a avenida Castilhos França e a rua 15 de Novembro não existiam: as águas da Baía do Guajará banhavam toda aquela área, posteriormente aterrada. O igarapé do Piri avançava pela cidade e o atual trecho do largo do Palácio, avenida 16 de Novembro e circunvizinhanças não passavam de alagadiços.
Unindo o bairro da Cidade (Cidade Velha) ao da Campina, existia uma estiva sobre o Piri. A rua dos Mercadores, (João Alfredo) começava defronte da embocadura daquele igarapé. E ali as autoridades levantaram a Casa do Ver-o-peso para recolhimento dos impostos de entrada de mercadorias.
Em 1839, após a posse de Bernardo de Sousa Franco na Presidência da Província, tratou ele de dar início ao grandioso trabalho de recuperação econômica do Pará, abalado depois da Guerra dos Cabanos. Entre as várias medidas que tomou, incluiu-se a da extinção da repartição do Ver-o-peso, a 30 de Outubro daquele ano, pois os impostos passariam a ser cobrados na Recebedoria Provincial. No mesmo decreto determinava que a antiga Casa do Ver-o-peso fosse destinada para a Ribeira do Peixe Fresco.
Com o aterramento do Piri e com o avanço da cidade sobre a baía do Guajará, a paisagem do lugar sofreu radical transformação. Uma doca foi construída, para abrigar as pequenas embarcações que vinham do interior trazendo peixes, mariscos e produtos agrícolas. Na rua 15 de Novembro, ergueram o Mercado Municipal. Depois, na ponta do Ver-o-peso, o Mercado de Ferro. Em volta deles se desenvolveu a maior feira livre da cidade, que subsiste até hoje, transformando-se em um dos pontos mais característicos de Belém e um dos maiores pontos de atração turística, apesar da falta de higiene ainda ali imperante.Mercado de Ferro
De acordo com os dados oficiais, o mercado de Ferro tem a forma de um duodecágono (12 lados). Com o sistema de atracação a ferro, seus pilares exteriores medem 7,90m de altura e, os interiores, 9,40m, com um travejamento geral de ferro e aço. A parte central, que forma o mercado propriamente dito, tem uma área de 1.197m². O acesso é através de 4 portas. A cobertura, de telha francesa. Na parte do centro, 18 clarabóias retangulares, de 3m de comprimento. Vidros de cinco milímetros de espessura as revestem e facilitam a entrada da claridade solar.
Nos quatro lados do edifício, erguem-se o mesmo número de torres, cobertas de escamas de zinco vieille-montaine. O travejamento é de ferro e madeira. Na parte externa há 44 compartimentos para fins comerciais, cada um medindo 3 × 5 m.
O peso do edifício e aterro sobre as fundações das linhas externas é de 1.133.389 toneladas; sobre as linhas externas, de 1.980.940 toneladas, totalizando 3.111.329 toneladas. O peso da construção metálica é de 44.000 toneladas, ou seja, 203.728 quilos por metro quadrado.
O Mercado Municipal
Antes da administração de Antônio Lemos, o mercado possuía apenas um pavimento. E foi ele quem, autorizado pela Lei nº 384, de 4 de Março de 1904, em seu artigo 1º, autorizou fazer mudanças naquele lugar, não apenas ampliando-o, mas também imprimindo-se um aspecto mais harmonioso com as exigências da arquitetura moderna e de estética. Em 16 de Maio do mesmo ano, essas obras tiveram início.
Hoje, o mercado é oficialmente chamado de Francisco Bolonha, o engenheiro autor de tantas belas obras em Belém, e que foi concessionário daquele estabelecimento durante 30 anos.
(História Geral de Belém e do Grão-Pará, Carlos Rocque, pág. 209)
Leia Mais: Wikipédia:
O Ver-o-Peso é um mercado situado na cidade brasileira de Belém, no estado do Pará, estando localizada no Boulevard Castilho Franca. Símbolo da cidade, é sua maior atração turística e a maior feira livre da América Latina. O mercado do ver-o-peso abastece a cidade com variados tipos de gêneros alimentícios e ervas medicinais do interior paraense, fornecidos principalmente por via fluvial. Foi candidato à uma das 7 Maravilhas do Brasil.
Localizado na área da Cidade Velha (Belém) e diretamente às margens da baía do Guajará, foi construído em 1625 no porto do Pirí, assim chamado na época. Enquanto um entreposto fiscal, seu nome faz jus às chamadas Casas do Ver-o-Peso, projetadas no Brasil, em 1614, para conferir o peso exato das mercadorias e cobrar os respectivos impostos para a coroa portuguesa. A partir de então foi popularmente denomindo lugar de Ver-o-Peso, dando origem ao nome do mercado, já que era obrigatório ver o peso das mercadorias que saiam ou chegavam à Amazônia, arrecadando-se os impostos correspondentes. No final do século XIX e XX, o local que temos hoje por Complexo sofreu uma série de modificações tanto funcionais quanto em sua paisagem se adaptando às necessidades e gostos da Belle Époque. Foi nessa época que houve aterramento da Baía do Guajará, amplicação do Mercado de Carne, construção do porto e o Mercado de Ferro.
O mercado faz parte de um complexo arquitetônico e paisagístico que compreende uma área de 35 mil metros quadrados, com uma série de construções históricas, dentre elas o Mercado de Ferro, o Mercado da Carne, a Praça do Relógio, a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo e o Solar da Beira e a Praça do Pescador. O conjunto foi tombado pelo IPHAN, em 1997.
Mais:
http://www.diarioonline.com.br/noticia-193749-ruas-do-complexo-do-ver-o-peso-serao-interditadas.html
http://parahistorico.blogspot.com.br/2009/02/exploradores-e-fundacao-de-belem.html
http://artepapaxibe.wordpress.com/fotos-belem-antiga/
dezembro 22, 2011
Apinagés de Volta!
Yey!!! Recolocaram o nome original!!! Nossas origens e nossa história mais perto de nós. :D
Parabéns ao pessoal que lutou contra aquela pouca-vergonha !
Parabéns ao pessoal que lutou contra aquela pouca-vergonha !
dezembro 13, 2011
Índios Parkatêjê lançam livro e DVD
De: Diálogos Políticos
Foi no dia nove de dezembro que a aldeia dos Parkatêjê, em Marabá, município do Pará, comemorou o lançamento do livro e do DVD que conta a história da pequena comunidade, que já esteve ameaçada de extinção. Com muita festa e comemorações típicas da cultura local, os cerca de 350 indígenas que formam a população da tribo vibraram com o fim de um trabalho onde os próprios participaram diariamente, desde as falas até as gravações. “Isto pertence ao meu povo” é o título do livro, que teve apoio da Vale do Rio Doce. Ao todo, dois mil exemplares foram distribuídos entre a aldeia e visitantes. A obra tem 196 páginas e é o resultado de entrevistas com o cacique Krôhôkrenhum (foto abaixo), já octagenário e fundador da tibro. As entrevistas foram feitas por voluntários da própria aldeia, que antes passaram por processo de aprendizagem nas oficinas.
A filha do capitão Krôhôkrenhum, Iracema, também conhecida como Krôhôkre, participou ativamente na coleta de informações do passado sobre seu povo, e afirma ter realizado um sonho com toda a aldeia. “Participei na oficina. Nós tivemos mais um pouco de conhecimento. Hoje temos uma base de como fazer esse trabalho, como fazer um livro. A felicidade para todos nós foi grande. Foi nossa realização, um sonho realizado”, afirmou.
Todo o trabalho teve a coordenação das linguistas Leopoldina Araújo e Marília Ferreira, docentes da Universidade Federal do Pará. As oficinas finais de organização e ilustração de obras foram feitas com o designer gráfico Guilherme Kiehl Noronha. Já o filme, com cenas filmadas por membros da aldeia, chama-se “Eu não posso morrer de graça”, do cineasta Vicent Carelli. Este convive com o capitão desde a década de 60. A ONG Vídeo nas Aldeias também ajudou a tornar o sonho uma realidade.
O disgner Guilherme contou que a aldeia passou pelo aprendizado de filmagem e movimentos de câmera com o objetivo de os próprios moradores da comunidade registrarem sua história. Ele afirma que este foi o trabalho mais prazero que já fez, mesmo já tendo realizado outras atividades nessa área. O processo todo pouco mais de um ano.
“Cada publicação é como um filho. Para mim o maior desafio desse livro foi poder trazer a criação do projeto gráfico para dentro da aldeia. Era uma coisa que eu queria fazer há muitos anos”, disse.
Festa para o lançamento
O fim de semana foi de festa para os índios Parketêjê. Logo na entrada da aldeia, a faixa que estampa o orgulho: “É bonito assim nossa história sair no mundo”. Na quinta-feira, os índios faziam os preparativos para receber outras pessoas de aldeias vizinhas e visitantes da cidade. A decoração, a comida, os enfeites, tudo preparado com antecedência. O capitão, que costuma se recolher cedo, fez “hora extra” para terminar o trabalho que ainda precisava ser realizado.

A sexta-feira foi o grande dia do lançamento. Com sorrisos para todos os lados, a aldeia celebrou a apresentação do livro e do DVD com rituais próprios. As crianças saudaram a chegada do capitão Krôhôkrenhum ao palco improvisado. Com canção no dialeto local, o jê timbira, que voluntários e mais velhos da aldeia tentam resgatar nos mais novos, os pequenos soltaram a voz. Depois, o capitão emocionado apresentou o livro para todos, onde o próprio está na capa.
Logo depois foi a vez de todos cumprimentarem o capitão. Primeiro os visitantes e em seguida os índios. A celebração também contou com a tradicional corrida de tora, onde tanto homens quanto mulheres corriam com uma grande tora de madeira. Quando um cansava, outro assumia a responsabilidade de carregar o peso. Uma dança típca e depois a refeição encerraram os festejos.
Eu quero um! :-) Meikwy Tekjê Ri, Isto Pertence Ao Meu Povo.
A filha do capitão Krôhôkrenhum, Iracema, também conhecida como Krôhôkre, participou ativamente na coleta de informações do passado sobre seu povo, e afirma ter realizado um sonho com toda a aldeia. “Participei na oficina. Nós tivemos mais um pouco de conhecimento. Hoje temos uma base de como fazer esse trabalho, como fazer um livro. A felicidade para todos nós foi grande. Foi nossa realização, um sonho realizado”, afirmou.
O disgner Guilherme contou que a aldeia passou pelo aprendizado de filmagem e movimentos de câmera com o objetivo de os próprios moradores da comunidade registrarem sua história. Ele afirma que este foi o trabalho mais prazero que já fez, mesmo já tendo realizado outras atividades nessa área. O processo todo pouco mais de um ano.
“Cada publicação é como um filho. Para mim o maior desafio desse livro foi poder trazer a criação do projeto gráfico para dentro da aldeia. Era uma coisa que eu queria fazer há muitos anos”, disse.
Festa para o lançamento
O fim de semana foi de festa para os índios Parketêjê. Logo na entrada da aldeia, a faixa que estampa o orgulho: “É bonito assim nossa história sair no mundo”. Na quinta-feira, os índios faziam os preparativos para receber outras pessoas de aldeias vizinhas e visitantes da cidade. A decoração, a comida, os enfeites, tudo preparado com antecedência. O capitão, que costuma se recolher cedo, fez “hora extra” para terminar o trabalho que ainda precisava ser realizado.
A sexta-feira foi o grande dia do lançamento. Com sorrisos para todos os lados, a aldeia celebrou a apresentação do livro e do DVD com rituais próprios. As crianças saudaram a chegada do capitão Krôhôkrenhum ao palco improvisado. Com canção no dialeto local, o jê timbira, que voluntários e mais velhos da aldeia tentam resgatar nos mais novos, os pequenos soltaram a voz. Depois, o capitão emocionado apresentou o livro para todos, onde o próprio está na capa.
Logo depois foi a vez de todos cumprimentarem o capitão. Primeiro os visitantes e em seguida os índios. A celebração também contou com a tradicional corrida de tora, onde tanto homens quanto mulheres corriam com uma grande tora de madeira. Quando um cansava, outro assumia a responsabilidade de carregar o peso. Uma dança típca e depois a refeição encerraram os festejos.
Eu quero um! :-) Meikwy Tekjê Ri, Isto Pertence Ao Meu Povo.
novembro 16, 2011
A Revolta de Jacareacanga, Um Ensaio de Golpe Militar
Viam nos empossados a continuidade da política de Getúlio Vargas. O movimento de Jacareacanga falhou por falta de apoio das Forças Armadas. Ficou isolado e reprimido, repetindo-se três anos depois em Aragarças. Quase com o mesmo protagonista.
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| Veloso e Lameirão |
Ignorando a torre de controle, decolaram para a Serra do Cachimbo, no coração da Amazônia. Dali se transferiram para Jacareacanga, onde Veloso instalou seu quartel-general, tratando de armar os índios e seringueiros para o caso de um combate com as forças legais.
| À esquerda Maj Av Paulo Victor, à direita Veloso |
Apesar de ter sido uma rebelião de pequena monta, o governo encontrou dificuldades para reprimi-la devido à reação de oficiais, sobretudo da Aeronáutica, que se recusavam a participar da repressão aos rebelados. Após 19 dias a rebelião foi afinal controlada pelas tropas legalistas, com a prisão de seu principal líder, o major Haroldo Veloso. Os outros líderes conseguiram escapar e se exilar na Bolívia. Todos os rebelados foram beneficiados pela "anistia ampla e irrestrita", concedida logo depois pelo Congresso, por solicitação do próprio presidente JK."
| Clique para ampliar |
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| Lobo D'Almada |
Os revoltos preferiram voltar para Jacareacanga, mas o "Presidente Vargas" só chegou três dias depois. O outro navio era o "Lobo D'Almada", levando apenas passageiros.
Veloso foi preso dias depois e anistiado (desculpado) em seguida, junto com seus companheiros, pelo presidente JK. Ao ser apresentado ao comandante da 1ª Zona Aérea, brigadeiro Antônio Alves Cabral, que se encontrava no campo de operações, este ter-lhe-ia dado uma reprimenda, amargurado com o ato do amigo.
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| Elias Pinto |
(Livro História Geral de Belém e do Grão Pará - Carlos Rocque, pág. 174 e fotos de http://dc392.4shared.com/doc/6vGAd-jy/preview.html)
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| Clique para ampliar |
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| Haroldo Veloso |
Após o suicídio de Getúlio Vargas, delineou-se o quadro sucessório com a indicação, pelo Partido Social Democrático (PSD), da candidatura do então governador de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek. Logo em seguida estabeleceu-se a aliança entre o PSD e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), sendo João Goulart indicado candidato à vice-presidência. Essa aliança fez recrudescer a oposição da União Democrática Nacional (UDN) e levou alguns chefes militares a se manifestarem contra a candidatura de Goulart, acusado de esquerdista. Ao mesmo tempo, o setor mais radical da UDN pregava um golpe de Estado para impedir as eleições que, todavia, foram realizadas em outubro de 1955, dando a vitória a Juscelino Kubitschek e João Goulart.
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| Jango |
Em 9 de novembro seguinte, com o afastamento do presidente Café Filho o governo foi assumido por Carlos Luz, que havia sido contrário à candidatura de Juscelino. No dia 11 o general Henrique Teixeira Lott liderou um movimento militar que provocou o impedimento de Carlos Luz – acusado de aderir a uma conspiração em preparo no âmbito do governo para impedir a posse dos eleitos – empossando na chefia da nação o vice-presidente do Senado, Nereu Ramos. Ficou assim garantida a posse de Juscelino e Goulart, que ocorreu em 31 de janeiro de 1956, apesar dos protestos da UDN e do descontentamento de alguns segmentos das forças armadas.
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| Lott |
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| JK |
| Clique para ampliar |
No final do governo Kubitschek, já articulada a sucessão presidencial,
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| J. Quadros |
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| Brizola |
Em 25 de novembro de 1959, a renúncia de Jânio como candidato às eleições presidenciais de 1960 e a suspeita de uma conspiração de esquerda que seria liderada por Leonel Brizola geraram outra crise militar — a Revolta de Aragarças. Haroldo Veloso participou também desse movimento liderado por João Paulo Burnier.
Após o movimento político-militar de 31 de março de 1964, que destituiu o presidente João Goulart, Veloso requereu sua entrada para a reserva remunerada como brigadeiro. Com a edição do Ato Institucional nº 2 em 1965 e a posterior instauração do bipartidarismo, Veloso filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), de orientação governista. No pleito de novembro de 1966, elegeu-se deputado federal pelo Pará na legenda da Arena. Ocupou uma cadeira na Câmara em fevereiro de 1967.
Ao longo de seu mandato, denunciou a existência de aeroportos clandestinos na Amazônia, que serviam a empresas estrangeiras. Foi casado com Maria de Lurdes Leal Veloso. Faleceu no Rio de Janeiro em 22 de outubro de 1969."
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| Santarém |
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| Jacareacanga |
De: http://www.google.com.br/search?q=%C3%ADndios+de+Jacareacanga&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a
Jacareacanga
Pará - PA
Histórico
De acordo com a bibliografia, o nome Jacareacanga foi dado índios que habitavam a região, ao observarem do alto de uma elevação próxima a antiga vila, que a mesma possuía uma forma que lembrava um jacaré, tendo em seu dorso uma saliência semelhante a uma “canga”.
A sua história se confunde com a da cidade de Itaituba e da conquista do rio Tapajós, apresentando destaque especial a partir da década de 50 (Cinqüenta) quando o então Presidente da República, Getúlio Vargas, estabeleceu uma estratégia de ocupação da região, chamada de “marcha para o oeste”, que visava acima de tudo, consolidar a soberania nacional.
No fim da década de 50 (Cinqüenta) um fato marcou profundamente a região, foi o início da garimpagem de ouro, provocando um forte movimento migratório, gerando uma ocupação desordenada e o estabelecimento de uma dependência econômica, vigente até os dias atuais.
A emancipação política do município de Jacareacanga, até parte do município de Itaituba, foi o resultado da mobilização dos moradores, iniciada no final da década de 80 (oitenta) quando foi criada a Comissão Pró-Emancipação Política do Distrito Municipal de Jacareacanga, cuja presidência coube ao Sr. Sebastião Lopes Pimenta. O pedido de emancipação foi ecaminhado à Assembléia Legislativa do Estado do Pará, pelo então Deputado Estadual Vilson João Shuber, que fez acompanhar da representação, a ata de criação da Comissão já citada além de um abaixoassinado com 150 (Cento e Cinqüenta) assinantes.
-Gentílico: jacareacanguenses
-Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Jacareacanga. Pela lei estadual nº 2460, de 29-12-1961, subordinado ao município de Itaituba.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o distrito figura no município de Itaituba.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.
Elevado à categoria de município com a denominação de Jacareacanga, pela lei estadual nº
5691, de 13-12-1991, desmembrado de Itaituba. Sede no antigo distrito de Jacareacanga.
Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993. Em divisão territorial datada de 1-VII-1995, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1991.
Pela lei nº , é criado o distrito de Porto Rico anexado ao município de Jacareacanga.
Em divisão territorial datada de 2001, o município constituído de 2 distritos: Jacareacanga e
=GOSTARIA DE TER ESTUDADO SOBRE ISTO NA ESCOLA=
Perdi o fôlego quando encontrei todas estas fotos da Revolta!
Também gostaria de entender mais sobre o que acontece em Jacareacanga hoje. A gente tem que pesquisar bastante...
novembro 13, 2011
Que saudade de Abaeté!
Hoje também vê-se muitas motos nas ruas. Algumas pessoas falam "lonjura",
E, infelizmente, há o narcotráfico. "fundura", "friagem" xD.
Na legenda está Ubatuba, mas é ABAETETUBA!!!
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| Antônia (tia Tapuia) |
Ia com a vovó lá na "beira" comprar frutas. Vovó ia a pé e voltava com o cesto cheio. Lembro bem do cheiro do paneiro e dos barbantes de juta e malva. Quando íamos limpar o quintal, corríamos atrás das galinhas com os paneiros, para elas não bagunçarem os montinhos de folhas secas. Gostava de ver o vento mexendo e de ouvir o barulho das folhas dos açaizeiros e coqueiros de trás de casa. Ia na bagageira da biscicleta do meu tio para as escolas INSA e E.M.E.F. Joaquim Mendes Contente.
Do Mendes tenho orgulho de dizer que fui aluna, porque tive as melhores professoras e a melhor diretora e funcionários, incluindo o senhor porteiro e lembro da senhora que tocava o sininho do recreio. A escola era simples, mas a diretora Carmem Lúcia sempre corria atrás dos recursos. A exemplo disso, foi o primeiro colégio de Abaetetuba a ter bebedouro com água gelada e filtrada! Ela também conseguiu panelões para a cozinha (merenda) com o Banco do Brasil. Tínhamos aulas de computação, além de turma especial para deficientes auditivos e de uma biblioteca repleta de livros maravilhosos! Também vi a reforma da entrada que está para a rua principal. Achei muito legal os "lápis-de-cores"! :D
| Ficou "corrida", mas é o Mendes Contente antes da reforma. |
Na casa dela, defumava borracha, fazia suco de miriti, açaí, preparava o peixe conseguido no dia... Sabia sobre todos os tipos de ervas. Também colhia andiroba, sementes de ucuúba para fazer sabão (óleo) e tudo o que podia para levar de canoa, passando por "furos" para vender numa taberna/pequeno armazém do senhor Zé Joaquim que comprava e vendia de tudo das pessoas da região.
| A escola atualmente |
Encontrei o link do blog do Mendes!!! (*¬*) Eu vou choraaaaaar! A escola está tão linda!!!
http://joaquimmendes.blogspot.com
| Convite do meu ABC de 1997 |
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| Eu amo Abaeté! |
Cantávamos com a professora Natil:
♫"A formiguinha corta a folha e carrega...
Quando uma deixa,
A outra leva.
Ô que mistério glorioso:
Uma formiguinha ensinando o preguiçoso!
Deus não quer preguiçoso em Sua obra
Deus não quer preguiçoso em Sua obra
Porque se não... (três palminhas) o tempo sobra!
Porque se não... (três palminhas) o tempo sobra!"♫
| Valeu Governo! INVESTIR NAS ESCOLAS: esse é o caminho! |
Tá bom! Eu já tô chorando aqui!
Sei que isso é obrigação do Governo, mas quando eu estiver estável, vou investir como louca nas escolas do Pará! Quem puder, faça o mesmo. #Compromisso
Brasão de Belém nos ônibus.
Talvez os senhores já devem ter reparado nos ônibus o nosso brasão. Só um pequeno detalhe lhes falta: as frases em latim. Por que será que apagaram? Tem um significado tão lindo!
E há alguns meses eu estava intrigada com o significado dessas frases.
Tentei traduzir no Google Tradutor, mas ficou pior do que traduzir japonês! ( T_T )/
Mas, por sorte, me deparei hoje COMO ESSE CARA AÍ com um dos livros mais legais da História do Pará!
De Carlos Rocque: História Geral de Belém e do Grão-Pará:
O Escudo de Belém
A posição em que se acham os animais quer revelar o viço dos campos e a indústria que podem ali tão perfeitamente se combinar, e ainda a surpresa dos selvagens, ao verem desembarcar os europeus tão semelhantes aos seus".
O Escudo de Belém - um dos mais antigos das cidades brasileiras -, data de 1625. Todavia, somente em 1825 foi que Barão de Bagé, Paulo José da Silva Gama - de acordo com Ernesto Cruz (História do Pará, 2º Vol., pág. 576) -, visitando a biblioteca de um colecionador de raridades, em Braga (Portugal), teve em mãos o aludido livro de frei Cristovão de Lisboa, onde havia a descrição do Brasão de Armas.
O Barão de Bagé, presidente da Província do Pará, de Abril de 1827 a Julho de 1830, trouxe os planos de reprodução do escudo. Muito mais tarde, o pintor Maurice Bleise transportou-o para a tela, integrando atualmente, o acervo do Museu de Arte de Belém.
Vê-se uma certa diferença entre estes desenhos. Acho o que mostra o céu azul nas partes inferiores mais bonito e imponente.
Nos brasões que estão nos ônibus faltam as frases, o campo verdejante e também o colar de pérolas no castelo de prata de Castelo Branco, além do que, os cestos parecem menos fartos.
Obs.: Adoraria ter aprendido mais da história do Pará na escola: toda a sua linha cronológica. A gente cresce meio "dââ", sem saber direito de onde veio, p'ra onde vai. Se eu pudesse, tiraria um pouco da história em excesso do mundo, excessos de Brasil e Sudeste (a gente não vive no Sudeste!), do primário ou do colegial, e incluiria, nos conteúdos programáticos obrigatórios, a história do Pará, aulas de Latim e as línguas indígenas do Pará. O problema é que nem aprendemos Português direito... e a desculpa é sempre a mesma: "ah! Mas a escola pública é ruim...". Pode ser, mas Marcos Cesar Pontes, o astronauta, provou que basta o aluno querer aprender: estudou toda a vida em escola pública.
Enfim... eu adoraria.
AMEM E VALORIZEM O QUE É NOSSO.
O Brasão do Pará
O Brasão ou Escudo de Armas do Estado do Pará foi criado em 9 de novembro de 1903, pela lei estadual de nº 912, que estipulou a criação de um Brasão (ou Escudo) de Armas para o Estado.
Os seus autores são: José Castro Figueiredo (arquiteto) e Henrique Santa Rosa (Historiador e Geógrafo).
Simbolismo
- O mote: Sub lege progrediamur, latim para "Sob a lei progredimos".
- A estrela solitária: faz menção ao Pará como unidade da República Federativa do Brasil – à época da proclamação da República, única unidade federativa cuja capital situava-se acima da linha do Equador, fato esse representado na bandeira nacional por Espiga/Spica, figurada acima da linha do azimute.
- As cores: vermelho faz menção à República e ao sangue derramado dos paraenses nas diversas lutas em defesa pela soberania da pátria.
- A banda: branco faz menção à linha imaginária do Equador, que corta o estado ao Norte.
- Os ramos: de cacaueiro e seringueira, fazem menção às principais produções agrícolas à época.
- A águia: guianense faz menção à altivez, nobreza e realeza do povo do Estado.
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